Conheça a Qualidade Fazenda Mutema!

Nosso rebanho é desenvolvido com alta tecnologia em genética. Além do investimento em genética para uma boa formação de carcaça, trabalhamos com um bom desenvolvimento nutricional e formação de pastagem de qualidade.

Nossa História

Fazenda Mutema está localizada no município de Santa Fé do Araguaia/TO a 430 quilômetros da capital Palmas/TO. A área territorial é de 4.114 hectares, a qual permite a criação e o manejo de gado da raça Tabapuã.

A Fazenda Mutema teve visão e prospecção em acreditar no estado do Tocantins, uma das pioneiras na criação da raça e em melhoramento genético trouxe inovação acreditando na visão empreendedora que se teve. Suas matrizes trazem um trabalho de qualidade oferecendo ao pecuarista a melhor genética com credibilidade e garantia do produto. É disponibilizado reprodutores e receptoras de alto nível para a comercialização.

  • Trabalhamos para se haja harmonia entre uma agropecuária moderna e produtiva e a conservação do meio ambiente.
  • Trazemos severo controle de uso de defensivos agrícolas, e não apenas por razões ambientais, mas também econômicas. A preservação do solo e dos mananciais é, pelos mesmos motivos, preocupação constante.  Em virtude das atividades agropecuárias que se dedica.
  • Seu rebanho aparece entre os primeiros em todos os rankings pela ABCT
    (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CRIADOS DE TABAPUÃ).

O Começo de Tudo

A decisão na compra da Fazenda Mutema na região de Santa Fé do Araguaia Tocantins, foi de um todo um investimento acertado, o clima da região trouxe valorização e adaptação para raça Tabapuã no qual se era criado no estado da Paraíba. Hoje a região Norte é a terceira maior região que se trabalha com a raça Tabapuã registrado do Brasil, seu clima e suas terras ricas são umas das principais qualidades.

A História do Tabapuã no Brasil

  • 1907

    O Tabapuã é uma raça brasileira fruto de cruzamentos entre o gado mocho nacional e animais de origem indiana. Foi na década de 40, no município de Tabapuã (SP), que a raça assumiu as características que perduram até hoje. Mas sua história começa em 1907 na região de Leopoldo de Bulhões, no estado de Goiás.

    O fazendeiro José Gomes Louza se interessou pelos reprodutores zebus e importou alguns animais da Índia. Os irmãos Saliviano e Gabriel Guimarães, de Planaltina, adquiriram três desses touros e iniciaram cruzamentos com o gado mocho de seu próprio rebanho. Dali surgiram os primeiros zebuínos mochos no Brasil. Em 1912, vários desses animais já eram expostos na Feira da Cidade de Goiás.

  • 1930

    Já na década de 30, Lourival Louza, neto de José Gomes, se dedicou ao cruzamento desses animais com o Nelore e deu origem ao gado anelorado mocho ou baio mocho, como ficou conhecido. O sangue do Guzerá e do Gir foram introduzidos mais tarde e também fazem parte da formação do Tabapuã.

    Nos anos 40 o gado mocho começou a se espalhar por outras regiões. Júlio do Valle, proprietário da Fazenda São José dos Dourados, levou alguns desses animais de Goiás para São Paulo e presenteou o amigo Alberto Ortenblad, da Fazenda Água Milagrosa, com um garrote zebuíno mocho.

  • O crescimento do Tabapuã

    Com interesse em desenvolver bovinos com melhores qualidades, a família Ortenblad criou em 1943 um planejamento zootécnico elaborado. Cem matrizes Nelore foram separadas para as experiências com o touro T-0, como foi chamado o garrote mestiço. Os trabalhos e resultados foram registrados em detalhes. Foi a partir desses cruzamentos que a coloração branco-acinzentada do Nelore predominou nos animais, que permaneceram sem chifres como o gado mocho.

  • 1970

    Os bons resultados chamaram a atenção do mercado nos anos seguintes. Em 1970, o Ministério da Agricultura recomendou que o Tabapuã fosse incluído entre as raças zebuínas, ainda como “tipo”. A Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), então, foi encarregada de realizar o registro genealógico da espécie. Em dez anos, o Tabapuã precisaria mostrar através de análises e provas as características que o diferenciavam de outros zebuínos.

  • O reconhecimento da raça

    Entre 1970 e 1980, o Tabapuã ganhou 80% das pesagens de que participou e em 1981 foi definitivamente reconhecido como raça. O terceiro neozebuíno a ser formado no mundo, depois do Brahman e do Indubrasil. Por ser o primeiro entre esses a surgir a partir de um planejamento específico, o Tabapuã é considerado a maior conquista da zootecnia brasileira dos últimos cem anos.

O Começo de Tudo

A decisão na compra da Fazenda Mutema na região de Santa Fé do Araguaia Tocantins, foi de um todo um investimento acertado, o clima da região trouxe valorização e adaptação para raça Tabapuã no qual se era criado no estado da Paraíba. Hoje a região Norte é a terceira maior região que se trabalha com a raça Tabapuã registrado do Brasil, seu clima e suas terras ricas são umas das principais qualidades.

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